O Inquilino é a terceira e última parte na trilogia dos apartamentos, que começa com O bebê de Rosemary, e então Repulsa ao sexo [que eu ainda não vi].
Enfim, quem me indicou “O inquilino” é uma pessoa que eu não tenho mais contato pois desativou as próprias redes sociais, mas era uma pessoa maravilhosa. Mas vamos ao filme!
O inquilino é sobre um rapaz (interpretado pelo próprio Polanski) que vai a um prédio antigo alugar um apartamento. a dona anterior do comodo tentou suicídio se jogando da janela do quarto, mas, apesar da queda brusca, ela não faleceu de inicio.
O rapaz fica meio obcecado pelo apartamento e liga constantemente no hospital para saber o estado de saúde da atual inquilina - em um comportamento mórbido, esperando, sem nem perceber, que ela morresse para que ele pudesse alugar o local.
Ele chega a ir visitá-la no hospital, onde conhece uma suposta amiga da suicida, interpretada pela Isabelle Adjani. E pouco antes de eles irem embora do hospital, a acidentada, que se chama Simone, dá um grito de gelar os ossos, um grito de puro medo e horror. [essa cena é muito importante - mas não vou dar spoilers]
Enfim, ele se muda para o apartamento, mas as coisas começam a fica estranhas. Ao ir num café do outro lado da rua, comer alguma coisa, o dono lhe oferece chocolate quente - “ Simone adorava chocolate quente” - até ai tudo bem. Ele então pede uma marca x de cigarros e o homem diz que não tem, mas tem marca y, “a favorita de Simone”.
E aos poucos somos apresentados a um delírio febril e doentio em que o rapaz acredita que todos os demais inquilinos do prédio estão tentando transformá-lo na falecida.
Existem até mesmo algumas cenas em que ele se traveste com as roupas deixadas para trás pela morta e coloca peruca e maquiagem. O final é de uma psicodelia macabra suficiente para dar aquele nó gostoso no cérebro.
É uma experiência bastante lenta e desagradável, se tornando pior a cada segundo, repleta de paranoia e desconfiança. Recomendo para as pessoas fãs de um horror psicológico com ecos de perseguição.
Já fazia algum tempo que eu estava querendo fazer uma review temática, na realidade meus planos eram começar com 10 filmes sobre a história da moda, review esta que está em fase de produção, mas, ao me deparar com um post totalmente desorganizado em um blog que citava filmes de terror, tortura e outras práticas que não fazem parte das englobadas em BDSM, como sendo da mesma categoria, me irritei e assim saiu esta review.
Bom por onde começar esta review? Eu poderia dizer que fiz a maior parte das minhas anotações para ela dentro do cinema enquanto assistia ao filme, o que resultou em oito páginas de garranchos quase ilegíveis. Também poderia dizer que Stephen King é meu autor favorito e Pennywise, um dos vilões pelos quais eu tenho mais apreço ou ainda que assisti a primeira adaptação de 1990 quase 10 anos depois do seu lançamento! Independente de qual destas abordagens eu escolhesse pra abrir esta review, acredito que não seria o suficiente para descrever como eu me senti assistindo ao remake, foi um misto de satisfação em ver pela primeira vez um remake ser tão fiel ao livro e o fascínio com a interpretação de Bill Skarsgard no papel de Pennywise. Mas bem, para quem não está familiarizado com o enredo-base, segue aqui uma breve sinopse. Há cada 27 anos um mal ancestral desperta na cidade de Derry para se alimentar de carne humana e medo. Esta criatura é conhecida como A Coisa e toma mui...
AVISO: Esta review terá spoilers tanto do conto quanto do filme. Laranja Mecânica foi minha primeira analise traçando um paralelo entre as duas mídias e eu confesso que não via a hora de fazer uma nova analise nesta linha, mas até então não havia surgido outro material que eu quisesse analisar de modo comparativo, até agora.
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